segunda-feira, 17 de agosto de 2020
Os Corvos Azuis
Karta a Kaim
Karo
Kaim
Não
temas
Vc
mesmo escolheu o Kaminho
Teve
a koragem
Aprendeu
a andar deskalço
Olha como voa sua mente!
Mesmo qe lhe
pese o sangue.
E não é qe vives todas as coisas?
Está em
ti o
dia e a noite
Sabes
levitar aprendeu a beber
Esqeça Kaim
Não existe culpa nem perdão
Isso é coisa dos conceitos e trato dos
sacerdotes
Mas vc qe konfrontou a vida e a morte sabe:
Existir
é um jogo
O Universo - um tabuleiro
Não é deus qem lança
os dados
É você qem cavoca a terra e semeia o vinho&pão
É
vc qe se
sabe
cavalo e
rei
E vc aprendeu a jogar bem cedo
Com a dúvida
E o
blefe
Por acaso alguma vez acreditou de fato
Qe
estava destinado a servir?
Pois
toma
mais um café com haxixe
pra
qe não durmas nunca mais
Tu
és
Kaim
o teorema da parte maldita
Sem
ti o
mundo é árido e limpo demais
não
funciona
Vc
não carrega bandeiras nem evangelhos
Tem o korpo nu tatuado de
vento
Não veio pra agradar deuses
Nem dizer a fé dos
homens
?Vc perderia seu tempo sua vida
Toda a aventura do
jogo
Pra organizar rebanhos
E escrever a História?
Esse
ódio não deixará qe vc alce vôo!
Não é seu esse
mundo
De medo e peças engrenadas
Não é seu esse horror
ao kaos
Não é seu esse escudo que pesa
Essa montanha de
regras
O trabalho, a lei, a economia...
És deserto
Amplitude
Nenhum
Senhor mora em ti
O exílio é tua liberdade
\imagem> Neil Gaiman
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Metasokraticas
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
Biblioteka Nômade Alexandrya
NOVÍSSIMO PROMETEU
Terroristas Iluminados
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Blake, o Arcanjo Qantiko
sábado, 5 de setembro de 2015
LeviatahXXI
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Satelytes
água gás vulcão
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Mental Kombat
terça-feira, 17 de março de 2015
Biblioteka Nômade Alexandrya
O Sr. Krauze tomou uma dose de KonhaqeKavalo
comigo nesta noite
E sussurrou em meu ouvido:
Não mate as mariposas
alegando qe elas encobrem a luz
de seu abajour
Pode-se conhecer pela sombra
aqilo qe não vemos!
sábado, 14 de março de 2015
Satelytes
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Crianças Selvagens
Não nos substimem
com seus legos programados
Não pensem
qe em plena Era da Informaçao
já não percebemos as artimanhas
de seu jogo de palavras cruzadas
Não estamos aqi pra garantir
seu mundo modelo
preservar seus templos
e xerocar seus discursos
Não pensem qe viemos pra repetir
o qe já inventaram
Já lançamos nosso skait ao céu
as rampas dos foguetes
está em nosso qintal
Não catalogem nosso comportamento
A aula de anatomia já é vazia
já vimos as vísceras de nós
nas enciclopédias
desbotadas pelo próprio espaçotempo
Um burako negro comeu tudo
Tudo qe fizeram
já está dentro de nós
roda alfabeto geometria Alexandria
ciberspaço teoria da informação miscigenação
E não importa se vamos responder
conforme seus gabaritos
não precisamos mais de dever de casa
Somos elétrons livres
Temos olhos qantikos
Os tambores runfam em nossos sangues
e os violinos escapam de nossos pulsos
Somos aqeles qe tocam as Cordas do Universo
Crianças qe brincam com os dados
qe deus esqeceu
nalgum canto
do Jardim
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Biblioteka Nômade Alexandrya
Terroristas Iluminados
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Metasokraticas
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Meu nome é Rosa Negra
E tenho um discovoador
Posso abduzir beijaflores
E fazer chover girassóis
Trago nos olhos o Holograma do Universo
Todos os jardins e paradoxos brotam de mim
o semen do big bang
o espelho de Eva, o cordão umbilical de Madalena Volveryne
e um pulsar – na vagina - a Grande Vida
Sei atravessar os burakosnegros
Cavo BurakosDeMinhoca no espaçotempo
E caio em outros universos
Navego a Rede de Hyndra
me camuflo no lado escuro da lua
Cynderela é o karalho
Qem me iniciou foi Alice Sartre
Qem me deu de beber foi o velho Irineu
Qantun é o nome de meu vestido
Foram os Dragões de Sirius qe
Kosturaram pra mim
Aprendi a sobrevoar órbitas e planetas
As vezes me qedo
Pra transar com os meninos das pleidades
E parir os exilados de Capela
Minha nave flutua nas trincheiras industriais
Lanço urânio sobre a cidademaqina
Gás laranja pros Senhores da Guerra
LSD nos olhos da polícia
Depois resgato as Crianças Selvagens
Visto o manto de Mahtama Ghandi
Tenho o exército de Juana Dark na retaguarda
Os visionários de Blake no flanko esqerdo
E a mão qe escreve é de Xico Xavier
Eu tenho um koração de titânio
Recheado de luz
E ele será minha armadura.



















